domingo, 2 de outubro de 2011
quarta-feira, 15 de junho de 2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
terça-feira, 15 de março de 2011
PAZ
LUZPAZ

PAZ
É preciso
É preciso que o terror não entorpeça
É preciso que a piedade pelos heróis mortos
Nos não esfrie o calor do sangue revoltado
É preciso superar a inércia mundial
Criada pela habituação à barbárie
Gerada pelos produtores e vendilhões de armamento
É preciso que a hipocrisia seja abominada
Como a mais hidionda lepra que ameaça o mundo
É preciso que a paz prometida por todas as religiões
Venha a nós como é anunciada
É preciso que os mártires deste mundo
Floresçam em querida liberdade
De pensar e agir em pleno
Para exemplo de todas as guerras infernais
Para que a pátria das pátrias e europeia fantasia
Não fique apenas sonho de poetas
Mas exemplo imperecível de LUZ universal!
sábado, 12 de março de 2011
Este meu tejo marítimo
que todo o rio cheira a mar.
Amar que me leva à Barra
dos rios que nascem na foz,
este meu rio que é tapete
de meus tantos devaneios,
que faz parte do meu xaile,
caravela que me sulca
ocultas índias em mim,
este Tejo a que me abraço
neste corpo em que me vejo
é aquele que vos conto
nestas minhas mãos abertas.
Ana Maria de Portugal - 2010
BALANÇA
Às minhas filhas
BALANÇA
Tão perto de vós
Quão longe já sou
Tão perto do chão
Como do telhado
Quão perto dos Anjos
Como do Diabo
É a chuva que molha
E o sol que me seca
Qual desatinada
Sem saber onde peca
Aqui, ali, além
Procuro em vão
O que me dão
E o que não me dão ...
( Ana Maria de Portugal )
Assinar:
Postagens (Atom)


